sábado, 5 de março de 2011

Fé que Atua Pelo Amor!

Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor. Gál. 5:6.


Quando apresentarem ao Senhor suas petições, devem fazê-lo em humildade, sem orgulho de realizações superiores, mas com verdadeira fome de alma quanto às bênçãos de Deus. Cristo sabe sempre o que se nutre no coração. Devemos ir com fé em que o Senhor ouvirá e responderá nossas orações; pois "tudo o que não provém de fé é pecado". Rom. 14:23. A fé genuína é aquela que atua pelo amor, e purifica a alma. Uma fé viva, será uma fé atuante. Fôssemos nós ao jardim e verificássemos que não havia seiva nas plantas, nem frescura nas folhas, nem brotos, nem flores, nenhum sinal de vida nos caules ou ramos, e diríamos: "As plantas estão mortas. Arranquem-nas do jardim, do contrário serão uma deformidade nos canteiros." O mesmo se dá com os que professam o cristianismo, e não possuem nenhuma espiritualidade. Uma vez que não haja indício algum de vigor religioso, nenhuma observância dos mandamentos do Senhor, é evidente que não há a presença de Cristo, a videira viva. – The Youth's Instructor, 13 de setembro de 1894.
A fé e o amor são os elementos essenciais, poderosos, eficazes do caráter cristão. Os que os possuem são um com Cristo, e levam avante Sua missão. ... Temos de sentar-nos aos pés de Cristo como constantes alunos, e trabalhar com Seus dons de fé e de amor. Levaremos então o jugo de Cristo, e ergueremos Seus fardos, e Ele nos reconhecerá como um com Ele; dirá no Céu: "São colaboradores de Deus." Lembrar-se-á nossa juventude que sem fé é impossível agradar a Deus? e importa que seja fé que atue por amor e purifique a alma. – The Youth's Instructor, 2 de agosto de 1894.
Não podemos estimar demasiado o valor de uma fé simples e de uma obediência incondicional. É seguindo o caminho da obediência em singeleza de fé que o caráter adquire perfeição. – Manuscrito 5a, 1895.

sexta-feira, 4 de março de 2011

"Cristo, o Mestre Enviado do Céu"

Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a Mim jamais terá fome; e o que crê em Mim jamais terá sede. João 6:35.


A mente é o melhor bem que possuímos; ela, porém, deve ser educada pelo estudo, pela reflexão, pelo aprender na escola de Cristo, o melhor e mais verdadeiro educador que o mundo já conheceu. – Review and Herald, 6 de janeiro de 1885.
"Eu sou o Pão da vida", o Autor, Nutridor e Mantenedor da vida eterna, espiritual. ... Cristo Se apresenta sob o símbolo do pão celeste. Comer Sua carne e beber Seu sangue significa recebê-Lo como Mestre enviado do Céu. Crer nEle é essencial à vida espiritual. Os que se banqueteiam com a Palavra, nunca têm fome, nunca sentem sede, não desejam nunca qualquer bem mais exaltado, superior. – Manuscrito 81, 1906.
O mais verdadeiro, o mais exaltado conhecimento, encontra-se na Palavra de Deus. Há eloqüência em sua simplicidade. Há pessoas que se apoderam das palavras de pseudos grandes homens do mundo, e gostam de demorar-se em sua fraseologia como em alguma coisa que necessitam estimar e considerar. Vocês ouvirão homens exaltando seres humanos, engrandecendo os que o mundo considera importantes. Assim fazendo, perdem de vista a Cristo na Palavra. Ele não lhes é tudo em todos, o primeiro, o último, o melhor em tudo. Estes necessitam sentar-se aos pés de Jesus, e aprender dAquele a quem conhecer devidamente é vida eterna. – The Youth's Instructor, 8 de dezembro de 1898.
A Bíblia é nosso guia nos caminhos seguros que conduzem à vida eterna. Deus inspirou homens a escreverem aquilo que nos apresentará a verdade, que atrairá e que, sendo praticado, habilitará o recebedor a adquirir força moral para ocupar um lugar entre as mentes mais altamente educadas. A mente de todos os que tornam a Palavra de Deus o seu estudo, ampliar-se-á. Este estudo incomparavelmente mais que qualquer outro, é de natureza a aumentar as faculdades de compreensão, e comunica a cada uma novo vigor. Leva-nos a íntima ligação com todo o Céu, comunicando sabedoria, conhecimento e compreensão. ... O evangelho é comparado ao alimento espiritual, que satisfaz o apetite espiritual do homem. Em todo caso é justamente o que o homem necessita. – The Youth's Instructor, 27 de outubro de 1898.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Seu Jugo é Suave, Leve Seu Fardo!

Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve. Mat. 11:30.


Cumpre-nos levar o jugo de Cristo a fim de sermos postos em inteira união com Ele. "Tomai sobre vós o Meu jugo" (Mat. 11:29), diz Ele. ... O levar o jugo une o homem finito em companheirismo com o tão querido Filho de Deus. O erguer a cruz separa o eu da alma, e põe o homem em condições de aprender a levar os fardos de Cristo. Não podemos seguir a Cristo sem usar o Seu jugo, sem erguer a cruz e carregá-la após Ele. Caso nossa vontade não esteja em harmonia com as reivindicações divinas, temos de renunciar a nossas inclinações, abandonar a nossos acariciados desejos, e seguir os passos de Cristo. .
Os homens produzem jugos para o próprio pescoço – jugos que parecem leves e aprazíveis, mas que se demonstram extremamente mortificantes. Cristo o vê, e diz: "Tomai sobre vós o Meu jugo." O jugo que gostariam de pôr no próprio pescoço, julgando muito bem ajustado, não se adaptaria, absolutamente. Tomem sobre vocês o Meu jugo, e aprendam de Mim as lições que lhes são essenciais; pois sou manso e humilde de coração, e encontrarão descanso para as suas almas. Meu jugo é suave, e Meu fardo é leve. O Senhor nunca avalia falsamente Sua herança. Mede os homens com quem trabalha. Quando eles se submetem ao Seu jugo, quando renunciam à luta que se tem demonstrado inútil para eles e para a causa de Deus, encontram descanso e paz. Quando se tornam conscientes da própria fraqueza, das próprias deficiências, deleitam-se em fazer a vontade de Deus. Submeter-se-ão ao jugo de Cristo. Então Deus pode realizar neles o querer e o realizar segundo a Sua vontade, às vezes contrário aos planos da mente humana. Ao vir sobre nós a divina unção, aprenderemos a lição da mansidão e da humildade, que sempre traz sossego ao coração. – Review and Herald, outubro de 1900.
Conquanto tenham provações, estas devidamente suportadas, tornam simplesmente o caminho mais precioso. – Testemunhos Para a Igreja, vol. 1, pág. 161.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Aprendemos de Cristo!

Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Mat. 11:29.


Unicamente com o auxílio do divino Mestre podemos compreender as verdades da Palavra. Em Sua escola aprenderemos a ser mansos e humildes. Ele nos mostrará como compreender os mistérios da piedade. – Manuscrito 99, 1902.
Quanto mais uma pessoa vê do caráter de Deus, tanto mais humilde ela se torna, e tanto menos se estima a si mesma. Isto é na verdade a prova de que ela contempla a Deus, de que se encontra em união com Jesus Cristo. A menos que sejamos mansos e humildes, não podemos, na verdade, pretender possuir nenhuma visão do caráter divino.
Os homens podem pensar que possuem aptidões superiores. Seus talentos admiráveis, o grande saber, a eloqüência, atividade e zelo, podem deslumbrar os olhos, deleitar a fantasia e despertar a admiração dos que não podem ler para além da superfície; mas a menos que a humildade e a modéstia se achem ligadas a esses outros dons, manifestar-se-ão exaltação e glorificação próprias. A menos que cada qualidade seja consagrada ao Senhor, a menos que aqueles a quem Ele confiou dons busquem a graça que, unicamente, pode tornar esses talentos aceitáveis a Deus, eles são considerados pelo Senhor... como servos inúteis. "Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito, não desprezarás, ó Deus." Sal. 51:17. ... Aqueles cujo coração se acha abrandado e rendido, que viram a gloriosa manifestação do caráter de Deus, não apresentarão descuidosa presunção. ... O próprio eu se perderá na consciência que têm da maravilhosa glória de Deus, e de sua própria indizível indignidade. Todos quantos apreciam o valor do feliz andar com o Senhor, e prezam o conforto e a bênção que o conhecimento dEle nos traz, não deixarão de fazer coisa alguma, se tão-somente lhes for dado um vislumbre de Sua glória. Em todo lugar e sob toda circunstância, orarão a Deus para que lhes seja concedido vê-Lo. Cultivarão aquele espírito manso e contrito que treme ante a palavra de Deus. – Carta 87, 1896.

terça-feira, 1 de março de 2011

A Influência do Testemunho Pessoal!

Este evangelho do reino será pregado em todo o mundo como testemunho. Mateus 24:14



Pertencer ao povo de Deus é um grande privilégio. Olhar para a igreja e ver que ela tem passado, presente e futuro; que tem uma história, um desafio e uma esperança, realmente enche o coração de satisfação.

No presente nosso desafio é: cumprir a missão. Tarefa impossível do ponto de vista humano. Possível apenas quando nos entregamos à completa atuação do Espírito Santo em nossa vida. Apesar de todos os recursos de mídia e comunicação à nossa disposição, não nos esqueçamos da importância do testemunho pessoal.

O Dr. Jack Provonsha, da Universidade de Loma Linda, conta a história de três ervilhas em uma vagem. A história ilustra o ponto de equilíbrio entre a confiança e a humildade em nosso testemunho.

Durante muito tempo, as três ervilhas viveram sob a impressão de que o mundo era inteiramente verde. Mas, um dia, a vagem se abriu e as três ficaram extasiadas. “Que faremos?”, perguntaram. “Olha só, o chão é mais marrom do que verde!” Imediatamente, cada uma delas tomou uma posição diferente.

A primeira, que procurava desculpas para se desfazer da sua fé, se enterrou profundamente no solo, sujando-se o mais rápido que pôde. Não tinha certeza do valor do seu verde, e o cobriu imediatamente. A segunda ervilha disse: “Ih! O verde é melhor do que a sujeira do marrom!” E ao pronunciar essas palavras escorregou de novo para dentro da vagem, fechando-a com o máximo de firmeza possível. A terceira disse: “Estou contente em ser verde. Na verdade, creio que o mundo precisa de mais verde. Vou andar no meio do marrom e compartilhar o meu verde.”

Quais são as três atitudes que encontramos nessa alegoria? A postura da primeira ervilha era de um cristianismo dissimulado, esperando uma oportunidade para “cair fora” e abandonar sua identidade e valores. A segunda demonstrou acomodação e falta de compromisso: “Deixe que os outros façam.” E, finalmente, a terceira demonstrou equilíbrio entre a confiança e a humildade. Mostrou disposição de conviver, relacionar-se e debater com as pessoas que não veem as coisas como nós vemos; o desejo de ser “sal da terra” e “luz do mundo”.

Você pode orar: “Querido Deus, ensina-me a ser aquilo que Tu desejas que eu seja, aonde quer que eu for.”

A convicção interna de que aquilo em que você crê traz mudança em sua vida e pode mudar a vida de outros é importante no seu testemunho pessoal.