domingo, 8 de julho de 2012

Temperança em Todas as Coisas


Na vereda da justiça, está a vida, e no caminho da sua carreira não há morte. Provérbios 12:28



Deus tem permitido que a luz da reforma de saúde brilhe sobre nós nestes últimos dias, a fim de que, andando na luz, escapemos de muitos dos perigos a que seremos expostos. Satanás está trabalhando com grande poder para levar os homens a condescender com o apetite, satisfazer a inclinação e passar seus dias em descuidada insensatez. Ele apresenta atrações numa vida de prazer egoísta e condescendência sensual.
A intemperança debilita as energias tanto da mente como do corpo. Quem assim é vencido colocou-se no terreno de Satanás, onde será tentado e afligido, sendo finalmente controlado à vontade pelo inimigo de toda a justiça.
Os pais precisam compenetrar-se de sua obrigação de dar ao mundo filhos que tenham um caráter bem desenvolvido – filhos que tenham força moral para resistir à tentação e cuja vida seja uma honra para Deus e uma bênção para os semelhantes. Os que iniciam a vida ativa com firmes princípios estarão preparados para permanecer incólumes no meio das poluições morais desta época corrupta. Aproveitem as mães toda oportunidade de educar os filhos para a utilidade.
A obra da mãe é sagrada e importante. Ela deve ensinar aos filhos, desde o berço, hábitos de abnegação e domínio próprio. Seu tempo, em sentido especial, pertence a seus filhos. [...]
A intemperança começa na mesa, e a maioria condescende com o apetite até que a condescendência se torne segunda natureza. Quem quer que coma em demasia ou ingira alimentos que não sejam saudáveis está enfraquecendo sua força para resistir aos reclamos de outros apetites e paixões.
Muitos pais, para evitar a tarefa de ensinar pacientemente hábitos de abnegação aos filhos, permitem que comam e bebam todas as vezes que lhes aprouver. O desejo de satisfazer o gosto e de condescender com a inclinação, não diminui com o passar dos anos; e, à medida que crescem, esses jovens mimados são governados pelo impulso, escravos do apetite. Quando assumem o seu lugar na sociedade e começam a viver por si mesmos, são incapazes de resistir à tentação (FEC, p. 139, 140).

sábado, 7 de julho de 2012

"Esforços Contra o Pecado"


Quem acolhe a disciplina mostra o caminho da vida, mas quem ignora a repreensão desencaminha outros. Provérbios 10:17, NVI



Muitos apresentam desculpas por suas fraquezas espirituais, por suas explosões de ira, pela falta de amor que têm mostrado a seus irmãos e irmãs. Sentem um senso de alienação de Deus, uma percepção de que são escravos do eu e do pecado; mas seu desejo de fazer a vontade de Deus está baseado nas próprias inclinações, não na profunda e íntima convicção do Espírito Santo. Crêem que a lei de Deus deve ser obedecida; porém, não comparam suas ações com a lei com o ávido interesse de pessoas constrangidas pelo julgamento. Admitem que Deus deve ser adorado e amado de modo supremo, mas Deus não está em todos os seus pensamentos. Acreditam que os preceitos que ordenam amar o próximo devem ser observados; mas tratam seus companheiros com fria indiferença e, por vezes, com injustiça. Assim se desviam do caminho da pronta obediência. Não levam até o fim a obra de arrependimento. A percepção de seus erros deve levá-los a buscar a Deus com a maior sinceridade a fim de adquirirem poder para revelar a Cristo por meio da bondade e paciência.
Muitos esforços espasmódicos de reforma são feitos, mas os que fazem esses esforços não crucificam o eu. Não se entregam completamente às mãos de Cristo, buscando o poder divino para fazer Sua vontade. Não estão dispostos a ser moldados segundo a semelhança divina. De um modo geral reconhecem suas imperfeições, mas não abandonam os pecados particulares. “Temos feito coisas que não devíamos”, dizem, “e temos deixado de fazer as coisas que devíamos ter feito.” Mas seus atos de egoísmo, tão ofensivos a Deus, não são vistos à luz de Sua lei. Plena contrição não é expressa pelas vitórias que o eu tem conseguido.
O inimigo concorda que esses esforços espasmódicos sejam feitos, pois os que assim fazem não se comprometem em decidida luta contra o mal. Um emplastro suavizante, por assim dizer, é colocado sobre sua mente, e em auto-suficiência decidem começar novamente a fazer a vontade de Deus.
Mas uma convicção geral do pecado não reforma. Podemos ter um vago e desagradável senso de imperfeição, mas isto em nada nos beneficiará, a menos que façamos um firme esforço para obter a vitória sobre o pecado. Se desejarmos cooperar com Cristo para vencer assim como Ele venceu, devemos, em Seu poder, resistir com determinação ao eu e ao egoísmo (ST, 11/3/1897).

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Como Derrotar o Inimigo!!


Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. 1 João 2:16



Muitos do povo de Deus são entorpecidos pelo espírito do mundo e estão negando sua fé pelas suas obras. Cultivam o amor ao dinheiro, às casas e terras, a ponto de isto lhes absorver as faculdades da mente e do ser e excluir o amor ao Criador e às pessoas por quem Cristo morreu. O deus deste mundo lhes cegou os olhos; seus interesses eternos se tornam secundários; e o cérebro, os ossos e os músculos são sobrecarregados ao máximo para lhes aumentar as posses terrenas. E todo esse acúmulo de cuidados e aflições é suportado em direta violação da exortação de Cristo: “Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam” (Mt 6:19).
Esquecem-se de que Ele disse também: Ajuntem para vocês tesouros no Céu; que assim fazendo estarão trabalhando em seu próprio interesse. O tesouro acumulado no Céu está seguro; ladrão algum pode aproximar-se nem a traça corroê-lo. Mas seu tesouro está na Terra, e têm suas afeições em seu tesouro.
Defrontou-Se Cristo, no deserto, com as maiores e principais tentações que assediaram ao homem. Ali, sozinho, encontrou-Se com o inimigo astuto e sutil, e o venceu. A primeira e grande tentação foi sobre o apetite; a segunda, a presunção; a terceira, o amor do mundo. A Cristo foram oferecidos os tronos e reinos do mundo e a glória deles. Satanás chegou com honras mundanas, riquezas e os prazeres da vida, e os apresentou na mais atraente luz, para seduzir e enganar. “Tudo isto”, disse ele a Cristo, “Te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4:9). Contudo, Cristo repeliu o astuto inimigo, e saiu vitorioso. [...]
Diante de nós temos o exemplo de Cristo. Ele venceu a Satanás, mostrando-nos como também podemos vencer. Cristo resistiu a Satanás com as Escrituras. Poderia ter recorrido ao Seu próprio poder divino, e usado Suas próprias palavras; mas disse: “Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4:4). Se as Sagradas Escrituras fossem estudadas e seguidas, o cristão seria fortalecido para enfrentar o astuto inimigo; mas a Palavra de Deus é negligenciada, seguindo-se o desastre e a derrota (CM, p. 209, 210).

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Deus Aprecia a Ordem


Disse também o Senhor a Moisés: Vai ao povo e purifica-o hoje e amanhã. Lavem eles as suas vestes [...] E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus. Êxodo 19:10, 17



Alguns adquirem a idéia de que, para efetuar a separação do mundo que a Palavra de Deus requer, devem negligenciar o vestuário. Há uma classe de irmãs que pensa que estão pondo em prática o princípio da não-conformidade com o mundo, usando no sábado [...] a mesma roupa por elas usada através da semana, assim aparecendo na assembléia dos santos para entregar-se à adoração de Deus.
E alguns homens que professam ser cristãos olham à questão do vestuário sob o mesmo prisma. Reúnem-se com o povo de Deus no sábado, com a roupa empoeirada e encardida, e mesmo grandes rasgos, e posta sobre o corpo de maneira negligente.
Essas pessoas, se tivessem um compromisso de encontro com um amigo honrado pelo mundo, e desejassem ser especialmente favorecidas por ele, se esforçariam por aparecer [...] com a melhor roupa que pudessem obter; pois esse amigo se sentiria ofendido se comparecessem [...] com o cabelo despenteado e as vestes desasseadas e em desordem.
Entretanto, essas pessoas acham que não importa com que roupa apareçam, ou qual o aspecto de sua pessoa, quando se reúnem aos sábados para adorar o grande Deus. Reúnem-se em Sua casa, que é como a câmara de audiência do Altíssimo, onde anjos celestiais estão presentes, com pouco respeito ou reverência, como o indicam sua pessoa e seu vestuário. Todo o seu aspecto simboliza o caráter desses homens e mulheres.
O assunto favorito dessa classe de pessoas é o orgulho do vestuário. A decência, o bom gosto e a ordem são por eles considerados orgulho. E de conformidade com o vestuário dessas pessoas equivocadas são sua conversa, seus atos e seu trato. São descuidosos, e muitas vezes usam conversa vulgar, em seu lar, entre os irmãos e perante o mundo. O vestuário, e seu arranjo na pessoa, são geralmente considerados o índice do homem ou da mulher. Os que são descuidosos e desasseados no traje, raramente são elevados na conversação, e possuem sentimentos pouco delicados. Às vezes consideram humildade as extravagâncias e a grosseria. [...]
Nosso Deus é Deus de ordem, e de modo algum Se agrada com a desordem, com a imundícia ou com o pecado (ME2, p. 475, 476).

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Comprometimento Sincero!

Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Lucas 10:27






O Senhor está testando e provando as pessoas. Ele tem aconselhado, advertido e suplicado. Todas essas solenes advertências tornarão a igreja melhor ou decididamente pior. Quanto mais o Senhor fala para corrigir ou aconselhar e vocês desrespeitam Sua voz, mais dispostos se tornam em rejeitá-la, até Deus dizer: “Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a Minha mão, e não houve quem desse atenção; antes, rejeitastes todo o Meu conselho e não quisestes a Minha repreensão; [...] Então, a Mim clamarão, mas Eu não responderei; de madrugada Me buscarão, mas não Me acharão. Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor; não quiseram o Meu conselho e desprezaram toda a Minha repreensão. Portanto, comerão do fruto do seu caminho e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos” (Pv 1:24, 25, 28-31).
Está você equilibrando-se entre dois pensamentos opostos? Estará negligenciando atender à luz que Deus lhe deu? Atente a ela a fim de que não haja um coração maligno de incredulidade que o afaste do Deus vivo. O irmão não conhece o tempo de sua visitação. O maior pecado dos judeus foi negligenciar e rejeitar as oportunidades presentes. Quando Jesus olha para o estado de seus professos seguidores hoje, vê ingratidão, formalismo oco, hipocrisia, orgulho farisaico e apostasia.
As lágrimas que Cristo verteu no cume do monte das Oliveiras foi pela impenitência e ingratidão de cada indivíduo no final dos tempos. [...]
A quem tem por tanto tempo professado a fé e ainda presta homenagens exteriores a Cristo, rogo que não engane a si próprio. Jesus quer contar com a integridade do coração do homem. Somente a lealdade é de valor à vista de Deus. “Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence!” (Lc 19:42). “Se tu conhecesses [...]” Cristo, neste momento, Se dirige pessoalmente a cada um, inclinando-Se de Seu trono, curvando-Se com infinita ternura sobre aqueles que não sentem o perigo que correm, que não têm piedade de si mesmos (T5, p. 72, 73).