sábado, 6 de agosto de 2011

"Purificados Pelo Sangue de Cristo"

O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado. I João 1:7.


Alguns falam da dispensação judaica como um período destituído de Cristo, sem misericórdia e sem graça. A estes se aplicam as palavras de Cristo aos saduceus: "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus." Mat. 22:29. O período da dispensação judaica foi de maravilhosas manifestações do poder divino. Tão gloriosa era a revelação de Sua presença, que não podia ser suportada pelo homem mortal. Moisés, tão altamente favorecido por Deus, exclamou: "Sinto-me aterrado e trêmulo." Heb. 12:21. Porém, Deus o fortaleceu para suportar essa excelente glória, e levar do monte um reflexo dela no próprio rosto, de maneira que o povo não pôde olhar atentamente para ele, mas foi obrigado a retirar-se de Moisés. ...
O próprio sistema de sacrifícios foi planejado por Cristo, e dado a Adão como típico de um Salvador vindouro, que havia de levar os pecados do mundo, e morrer por sua redenção. Por meio de Moisés deu Cristo instruções definidas aos filhos de Israel quanto às ofertas sacrificais. ... Unicamente animais limpos e preciosos, os que melhor poderiam simbolizar a Cristo, eram aceitos como ofertas a Deus. ...
Os israelitas eram proibidos de comer a gordura e o sangue. ... Essa lei não se referia apenas aos animais oferecidos em sacrifício, mas a todo o gado usado como alimento. Essa lei devia impressioná-los quanto ao importante fato de que, se não houvesse pecado, não teria havido derramamento de sangue. ...
O sangue do Filho de Deus era simbolizado pelo sangue da imolada vítima, e Deus queria que fossem conservadas idéias claras e definidas entre o santo e o comum. O sangue era sagrado, porquanto por meio do sangue do Filho de Deus unicamente podia haver expiação de pecado. O sangue era usado também para purificar o santuário dos pecados do povo, tipificando assim o sangue de Cristo, que é unicamente o que pode purificar do pecado. – Signs of the Times, 15 de julho de 1880.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Remidos Pelo Precioso Sangue de Cristo!!!

Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, ... mas pelo precioso, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo. I Ped. 1:18 e 19.


Toda pessoa é preciosa, porque foi comprada pelo precioso sangue de Jesus Cristo. – Testemunhos Para a Igreja, vol. 5, pág. 624.
Satanás poderá segredar: "És pecador demasiado grande para que Cristo te possa salvar." Conquanto devam reconhecer que são de fato pecadores e indignos, poderão enfrentar o tentador com o clamor: "Por virtude da expiação, eu reclamo Cristo como o meu Salvador. Não confio nos meus próprios merecimentos, mas sim no precioso sangue de Jesus, que me purifica." – Mensagens aos Jovens, pág. 112.
Vocês não podem salvar a si mesmos do poder do tentador; porém, ele treme e foge quando insistimos nos méritos daquele precioso sangue. – Testemunhos Para a Igreja, vol. 5, pág. 317.
O Senhor os ama; Ele lhes é mais precioso do que qualquer laço terrestre, do que qualquer objeto aqui da Terra. Considerem como podem manter-se preciosamente perto dAquele que é sua força, sua eficiência. Não vivam à sombra da cruz, mas do lado luminoso dela, onde o Sol da Justiça pode resplandecer em seu coração. –Carta 10, 1894.
Precisamos ter livre acesso ao sangue expiador de Cristo. Isto devemos considerar como o privilégio mais precioso, a bênção suprema, sempre assegurada ao pecador. E quão pouco aproveitamos desse grande dom! Quão profunda, quão vasta e contínua é essa corrente! Para toda pessoa sedenta de santidade, há repouso, há descanso, há a vivificante influência do Espírito Santo, e depois o santo, tranqüilo e feliz andar com Cristo, a preciosa comunhão com Ele! Então, oh, então, podemos dizer inteligentemente com João: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." João 1:29. Falem nisto, orem por isto. Seja isto o tema do canto sagrado – ser lavado, ser purificado; o crente implora esse amor, e pela virtude do mesmo está diante do trono de Deus perdoado, justificado, santificado. ... Sua purificadora virtude dá força e vigor à fé, poder à oração, e felicidade em alegre obediência. – Carta 87, 1894.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dois Jovens Derrotam os Filisteus

Disse, pois, Jônatas ao seu escudeiro: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, o Senhor nos ajudará nisto, porque para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos. I Sam. 14:6.


Em Jônatas, filho de Saul, viu o Senhor um homem de pura integridade – alguém a quem Ele podia atrair para perto de Si, e em cujo coração podia atuar. ...
Disse Jônatas, filho de Saul, ao jovem que lhe levava as armas: "Vem, passemos à guarnição dos filisteus." I Sam. 14:1. ...
Estes dois jovens deram mostras de que estavam agindo sob a influência e mando de um General mais que humano. Aparentemente, sua aventura foi temerária, e contrária às regras militares. Mas o ato de Jônatas não foi praticado por precipitação humana. Ele não confiava no que ele e seu pajem de armas por si mesmos poderiam fazer; foi o instrumento que Deus empregou em favor de Seu povo Israel. Eles fizeram seus planos, e puseram a causa nas mãos de Deus. Caso os exércitos dos filisteus os desafiassem, avançariam. Caso dissessem: Subi a nós, iriam adiante. ... Jônatas e seu pajem de armas haviam pedido um sinal ao Senhor, e o desafio veio, o sinal foi dado. Esses dois homens puseram sua esperança em Deus, e marcharam avante. Não havia uma passagem fácil para os bravos nessa aventura. Tinham uma árdua escalada para chegar ao cimo. ...
Fácil teria sido aos filisteus matarem esses dois homens valentes e ousados; mas não lhes entrou na cabeça que esses dois homens isolados houvessem subido com qualquer intenção hostil. Os admirados homens que estavam em cima olharam, demasiados surpreendidos para compreender-lhes o possível objetivo. Consideraram esses homens como desertores, e permitiram-lhes avançar sem lhes fazer dano. ... "E os filisteus caíram diante de Jônatas, e o seu escudeiro os matava atrás dele." I Sam. 14:13. ... Este ousado feito infundiu um pânico no acampamento. Jazem ali os corpos mortos de vinte homens e, aos olhos do inimigo, havia centenas de homens preparados para a guerra. Os exércitos do Céu revelaram-se à multidão dos oponentes filisteus. – The Youth's Instructor, 24 de novembro de 1898.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

"Conselho Cordial"

Como o óleo e o perfume alegram o coração, assim, o amigo encontra doçura no conselho cordial. Prov. 27:9.


Hão de sobrevir dificuldades a cada um; toda pessoa será pressionada pela tristeza e o desânimo; então, uma presença pessoal, um amigo que confortará e comunicará força resistirá os dardos do inimigo, destinados a destruir. Os amigos cristãos não são nem a metade em número, do que deviam ser. Nas horas da tentação, em uma crise, de que valor é um amigo verdadeiro! Em tais ocasiões Satanás manda seus agentes para fazer com que tropecem os membros trementes; mas os amigos genuínos que aconselham, que comunicam magnética esperança, a fé calma que ergue a pessoa – oh, um tal auxílio vale mais que pérolas preciosas! – Carta 7, 1883.
A vida de Samuel fora desde tenra idade uma vida de piedade e devoção. Ele havia sido confiado ao cuidado de Eli desde pequeno, e a amabilidade de seu caráter atraiu a cálida afeição do idoso sacerdote. Ele era bondoso, generoso, diligente, obediente e respeitoso. ... Coisa singular, que existisse entre Eli, o supremo juiz da nação, e a simples criança uma tão fervorosa amizade. Samuel era prestativo e afetuoso, e pai algum mais ternamente amou seu filho do que Eli a esse menino. ...
Como é comovente ver a juventude e a velhice dependendo uma da outra, o jovem olhando ao idoso quanto ao conselho e à sabedoria, e o ancião ao adolescente em busca de auxílio e simpatia. Assim é como devia ser. Deus quer que os jovens possuam tais atributos de caráter que encontrem prazer na amizade dos idosos, para se unirem nos queridos laços da afeição aos que se estão aproximando da sepultura. – Signs of the Times, 19 de outubro de 1888.
Um forte, cordial aperto de mão de um verdadeiro amigo vale mais que ouro e prata. – Carta 16, 1886.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Cristo, Nosso Comandante!!!

Respondeu ele:... Sou príncipe do exército do Senhor e acabo de chegar. Então, Josué se prostrou com o rosto em terra, e O adorou, e disse-Lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo? Jos. 5:14.


Quando Josué saiu pela manhã antes de tomar Jericó, apareceu-lhe um guerreiro totalmente aparelhado para a batalha. E Josué perguntou: "És tu dos nossos, ou dos nossos adversários?" e ele respondeu: "Não, sou príncipe do exército do Senhor." Jos. 5:13 e 14. Se os olhos de Josué tivessem sido abertos... e pudesse ele suportar a visão, e teria visto os anjos do Senhor acampados em torno dos filhos de Israel; pois o treinado exército celestial viera combater pelo povo de Deus, e o Capitão do exército do Senhor ali estava para comandar. ... Não foi Israel, mas o Capitão do exército do Senhor que tomou Jericó. Mas Israel tinha sua parte a desempenhar para mostrar sua fé no Capitão de sua salvação.
Há diariamente batalhas a travar. Grande luta vai em andamento em torno de toda pessoa, entre o príncipe das trevas e o Príncipe da vida. Grande é a batalha a ser combatida... mas não lhes cabe o combate principal aqui. Como instrumentos de Deus têm de entregar-se a Ele, de modo que Ele delibere e dirija e batalhe por vocês com a sua cooperação. O Príncipe da vida está à frente de Sua obra. Importa que esteja com vocês em sua luta diária com o próprio eu, para que sejam fiéis aos princípios; para que, ao lutar pela supremacia, a paixão seja subjugada pela graça de Cristo; para que saiam mais que vencedores por aquele que os amou. Jesus esteve no mesmo terreno. Conhece o poder de toda tentação. Sabe exatamente como enfrentar cada emergência, e como guiá-los através de cada caminho perigoso. – Review and Herald, 19 de julho de 1892.
Aquele que deu Sua preciosa vida porque os amou e queria que fossem felizes, será um Comandante sempre atento ao seu interesse. – The Youth's Instructor, 20 de outubro de 1886.